O que é tarô?
É um antigo sistema de conhecimento que foi ensinado ao longo do tempo em escolas esotéricas secretas. É um baralho constituído por 78 cartas ou lâminas que são divididas em 22 Arcanos Maiores e 56 Arcanos Menores. Os Arcanos Maiores são compostos de arquétipos (arqui - antigo, tipo – modelo), padrões profundos e permanentes da psique humana que se mantiveram poderosos e atuantes ao longo do tempo. Os Arcanos Maiores retratam grandes acontecimentos e processos psicológicos e são muito ricos em símbolos e significados. Cada carta incorpora a energia dos símbolos nela presentes, refletindo essa energia e transmitindo-as a quem usa o baralho. As figuras e símbolos do tarô desempenham o papel de um mensageiro.
Cada uma das cartas traz um título descritivo e uma figura simbólica que desperta na mente das pessoas uma história relacionada com a tendência geral das cartas. A apresentação descritiva em cada carta tem permanecido a mesma por mais de cinco séculos.
A palavra arcano vem do latim Arkanun e significa mistério, segredo.
Os Arcanos Menores são compostos de 56 cartas, divididas em 4 grupos de 14 cartas cada um, que por sua vez são divididas em 10 cartas numeradas do 1 (às) ao 10 e quatro cartas de corte, Pajem ou Valete, Cavaleiro, Rainha, Rei. Eles retratam as experiências do cotidiano e são de fundamental importância no trabalho adivinhatório.
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Qual é a sua origem?
Sua origem é obscura e sobre ela existem várias hipóteses. Há menção do tarô na Europa, por ocasião de sua proibição na cidade de Berna em 1307.
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Para que serve o tarô?
Se permanece intacto o mistério sobre sua origem longínqua, parece que o tarô tem um extraordinário poder divinatório, psicológico e espiritual.
Sua influência vibratória é espantosa e, tal como um tratado de psicologia, suas imagens permitem comunicar, prevenir, apontar soluções, ensinar a se conhecer melhor e compreender melhor os outros. Esse mensageiro não tem o poder de influenciar os acontecimentos, é destinado unicamente a prevenir o consulente.
Este, informando sobre as influências que o envolvem, poderá com conhecimento de causa, utilizando-se de seu livre arbítrio, decidir seu futuro.
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Como é possível interpretar a realidade de uma determinada pessoa através de cartas retiradas sem nenhum critério?
E se esta pessoa retirasse outras cartas, interpreta-se-ia uma outra realidade?
Cada momento é único e irrecuperável , quando o tarológo pede ao consulente que retire as cartas do baralho, aí se dá o fenômeno da sincronidade. Ao escolher as cartas, o consulente está reproduzindo a sua realidade por que naquele momento ele retira determinadas cartas e não outras. Cada carta retirada pela pessoa é a sua extensão.
Quando sua mão, um canal de energia, se move sobre as cartas, ela é atraída para a carta dotada de energia correspondente (sincrônica).
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